Que inundação, o quê...

Eu já fiz aqui uma crítica ao filme 'O Dia Depois de Amanhã' falando do real desejo de destruir a cidade que é o coração financeiro mundial, ou seja, New York. Mas agora, com uma base científica, baseada nas leis da Física, vou tentar provar que, mesmo que todas as calotas de gelo e icerbergs polares derretessem (como o filme propõe), nunca iríamos ser invadidos por quantidades de água a ponto de inundar cidades inteiras. Bem, a tese é simples: a água sólida (gelo) ocupa mais volume que a água líquida (água). Um exemplo: um parente seu já deve ter esquecido uma garrafa de cerveja dentro do frezzer... e quando ele foi buscá-la, a garrafa estava estourada. Ou seja, quando a cerveja se solidificou, ela acaba ocupando mais espaço que a fase líquida e estoura o vidro para congelar. Pois bem, fazendo uma analogia da cerveja com um iceberg, o que poderíamos dizer, utilizando do mesmo raciocínio? Se todo o gelo polar derretesse, viraria água. E como a água ocupa menos espaço que o gelo, como o nível das águas poderia subir?? É impossível!! Pois se o gelo ocupando MAIS ESPAÇO mantém o nível do mar a uma determinada altura, se todo o gelo derretesse, o nível diminuiria até! No entanto, a parte de baixo dos icebergs (6/7 do total deles) derretendo, diminuiria em pouco centímetros o nível da água. Mas somado a isso a parte de cima, 1/7 do iceberg, que cairia derretido, em água, no oceano, o nível se estabilizaria. Por fim, com geleiras firmes, derretendo ou derretidas, o nível da água se manterá constante, porque o gelo ocupa mais espaço que a água, em volume. Então, assistam 'O Dia Depois De Amanhã' como a última fita de FICÇÃO do cinema yankee, sem medo do dia depois de amanhã...
Escrito por OLiver Hard às 02h33
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Hino dos Bolcheviques

Estas são algumas estrofes que compus quando tinha 13 anos. São, porém, cheias de rimas desconexas e abertas. Um pequeno poema com críticas políticas, econômicas e sociais (quase um CDA em sua segunda fase). Rabisquei estes versos num surto de ludismo, socialismo utópico e de tentar encontrar o sentido das castas sociais, que ainda não achei... talvez por ter parado de procurar. Boa reflexão!
Quo
Nós somos os primeiros a ver a comida.
Nós trabalhamos nas cozinhas.
Nós somos os últimos a pô-la no prato.
Nós somos os empregados.
Olívio Zorge Neto
Cota Zero
STOP. A vida parou ou foi o automóvel?
Carlos Drummond de Andrade
[http://www.fabiorocha.com.br/drummond.htm]
Escrito por OLiver Hard às 02h16
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